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Altieres Rohr Especial para o G1
A divulgação de uma falha no iTunes pela empresa de segurança Acros
mostrou que um comportamento inseguro do Windows pode ter consequências
graves. O erro existe na maneira que o Windows procura pelas bibliotecas
de arquivos necessárias para que um programa funcione. Um hacker pode
fazer com que um arquivo do tipo DLL, utilizado por diversos programas,
seja carregado a partir da rede, permitindo que a simples abertura de
uma música MP3, documento de texto ou uma plalinha, por exemplo,
resultem na execução de um vírus no sistema.
DLLs são como coleções de códigos compartilhados, disponibilizados no
próprio Windows para serem usados por qualquer programa compatível com o
sistema operacional. Seu uso facilita a distribuição e o
desenvolvimento dos programas, já que não é preciso "reinventar a roda"
toda vez que se cria um novo software. Basta recorrer aos arquivos DLL.
O problema é que o Windows procura pelo arquivo DLL na mesma pasta onde
o arquivo foi aberto. Com isso, um arquivo MP3 aberto em um servidor
malicioso faria com que o reproduto de mídia – se vulnerável –
carregasse um DLL a partir da mesma pasta em que está localizado o MP3,
ou seja, no servidor malicioso. Alguns programas dependem desse
comportamento para funcionar; a Microsoft criou uma correção "opcional”,
porque corrigir o problema definitivamente para todos os programas pode
causar problemas.
O especialista em segurança HD Moore, que é desenvolvedor do software
Metasploit na Rapid7, afirmou ter conhecimento de pelo menos 40 outros
programas que sofrem com a brecha. Além do iTunes, que já foi corrigido,
programas populares como o Firefox, o reprodutor de mídia VLC e o Power
Point estão vulneráveis.
Os programas vulneráveis terão de receber atualizações separadas. Como
cada software abre arquivos de tipos diferentes, é difícil saber como
criminosos poderão explorar essa falha na rede. Se isso não acontecer,
ainda é possível que ela seja utilizada em ataques específicos contra
empresas.
Em outro cenário de ataque, um invasor pode plantar um arquivo DLL em
um sistema no qual ele não tem permissões administrativas. Quando um
administrador for usar o computador, o software vulnerável irá carregar a
DLL plantada, dando o controle total da máquina ao hacker.
Correção opcional
A Microsoft disponibilizou uma atualização
que cria uma opção de configuração no sistema para que o comportamento
inseguro de buscar arquivos DLL em algumas pastas seja desativado.
Segundo a empresa, alguns programas, que não seguem as recomendações de
boas práticas da Microsoft, podem parar de funcionar. O guia instrui os
programadores a especificarem um caminho completo até a DLL para que o
sistema não tenha de procurá-la ou, pelo menos, impedir o sistema de
buscar uma DLL na "pasta atual” (que seria a pasta onde se localiza a
foto, música ou documento que foi aberto). Entre os softwares afetados
pelo problema estão, porém, programas da própria companhia.
Problema conhecido
Em 2009, uma correção para o Internet Explorer eliminava um problema
que permitia que arquivos maliciosos fossem carregados se estivessem
armazenados na área de trabalho. O problema funcionava em conjunto com
uma falha do navegador web Safari conhecida como "carpet bomb”, que
permitia a criminosos baixarem arquivos para a área de trabalho.
Usando a falha do Safari, o arquivo era baixado. Usando a falha do Internet Explorer, o programa malicioso era executado.
Além desse problema envolvendo os dois navegadores, no entanto, o
comportamento do Windows ao pesquisar DLLs nunca foi considerado grave. A
pesquisa da Acros divulgando a falha no iTunes mudou isso, no entanto. Fonte: G1
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 (Foto: Greenpeace) O Greenpeace nesta quarta-feira (26) enviou uma carta ao nosso Excelentíssimo Presidente comentando sobre um ponto que, dependendo do ponto de vista, é uma excelente idéia. Abaixo a carta
Carta ao presidente:
Excelentíssimo presidente,
A reforma do Planalto veio em boa hora. O palácio estava mesmo
precisando de obras. Quando foi construído, 50 anos atrás, ele era um
ícone da modernidade e de um Brasil que vislumbrava um futuro. Essa
vocação do edifício seria reafirmada de modo inequívoco se o senhor
tivesse recomendado aos responsáveis pela obra a instalação de painéis
solares, lembrando aos brasileiros sobre a importância dessa energia de
fonte renovável, aliás a que tem o maior potencial ainda não explorado
no país.
Incorporar painéis solares ao centro do Poder no país funcionaria
como uma forte sinalização de que o Brasil trilhará o caminho do
desenvolvimento com um olho novamente voltado para o futuro, crescendo,
mas com responsabilidade ambiental. Além disso, os painéis o ajudariam a
reduzir a conta de luz do Planalto. Sabemos disso por experiência
própria. O Greenpeace instalou painéis solares no teto de seu escritório
em São Paulo e seu gasto mensal com eletricidade caiu entre 20% e 30%.
E quando nossas instalações não estão sendo utilizadas, nos fins de
semana por exemplo, a energia gerada não é desperdiçada. Ela é jogada na
rede que abastece a cidade – uma pequena contribuição nossa para
limpar a energia que abastece o maior centro urbano do Brasil.
O país pode dar uma lição ao mundo e ser a primeira nação que
sustenta inteiramente seu crescimento econômico com energias renováveis.
Não falta tanto para termos uma matriz 100% renovável. Para completar
os 20% restantes, é preciso investir na energia do sol e do vento,
fontes que, como a água, o país tem de sobra. É uma pena que o senhor
tenha perdido a oportunidade de dar aos brasileiros e ao mundo um grande
exemplo.
Mas nunca é tarde para corrigir um esquecimento. Se não no Palácio do
Planalto, no Congresso, onde tramita o projeto de lei 630/03, conhecido
como Lei de Renováveis, que prevê incentivos para a geração renovável,
de portes e fontes diversas. Aprovar essa lei ajudará a direcionar a
nação para um futuro limpo, substituindo os investimentos em fontes
sujas feitos nos últimos anos.
PS: infelizmente o presente é importado. Da próxima vez esperamos que o painel solar seja produzido no Brasil.
Greenpeace Fim da carta.Eu concordo com eles, e você ? Página do Greenpeace referente a está carta.
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 (Foto: AFP) O lixo eletrônico gerado pelos equipamentos de informática, como
computadores e celulares, está gerando preocupação entre integrantes da
Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação,
Software e Internet , do Rio de Janeiro (Assespro-RJ). Segundo
informações da Agência Brasil, a entidade planeja colocar esse tipo de
um lixo em um destino apropriado. O órgão se baseia no Plano Nacional de Resíduos Sólidos, sancionado
pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 2 de agosto, que
propõe que fabricantes e consumidores tenham a responsabilidade sobre o
lixo que é desperdiçado. Um encontro organizado pela associação nesta quinta-feira (26), no Rio
de Janeiro, discutirá qual destino será dado às máquinas não mais
usadas. De acordo com o vice-presidente executivo da Assespro-RJ, Alvaro
Cysneiros, o Brasil é campeão entre os países emergentes na produção de
lixo eletrônico.
Reciclagem específicaSegundo informações da Organização das Nações Unidas (ONU), são 96,8
mil toneladas de computadores que vão para o lixo, anualmente, no país.
Cysneiros afirmou que a associação quer implementar nos municípios do
Rio de Janeiro um sistema de coleta e reciclagem específico para todo o
lixo eletrônico. Como sugestão, Cysneiros lembrou a necessidade de haver postos de
coleta espalhados pelas cidades ou um serviço de coleta específico. A
proposta prevê a instalação de galpões, onde cooperativas treinadas se
incumbiriam de proceder à desmontagem e ao reaproveitamento das
máquinas. As cooperativas devem ser cadastradas e homologadas pelo
Instituto Estadual do Ambiente (Inea).
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Um complexo subterrâneo foi localizado sob a pirâmide de Quetzalcoatl,
no sítio arqueológico de Teotihuacán, conforme divulgou o Instituto
Nacional de Antropologia e História mexicano (INAH).
A construção, composta por um túnel, daria acesso a uma série de
galerias sob o templo dedicado a uma das principais divindades astecas,
com aspectos de serpente e de pássaro.
Segundo os arqueólogos, a entrada do complexo estaria há 12 metros de
profundidade e foram necessários oito meses de escavações para
descobri-la.
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Impressão artística da supernova 1987A. Vista pela primeira vez
em 1987, a explosão da estrela foi a primeira a ser detectada sem o
auxílio de isntrumentos ópticos em 383 anos. A proximidade relativa do
evento, dentro de uma galáxia vizinha à Via Láctea, possibilita estudos
detalhados. (Crédito: ESO)Astrônomos utilizando o Very Large Telescope (VLT), do European South
Observatory (ESO), conseguiram reconstruir pela primeira vez em três
dimensões a distribuição de matéria causada por uma explosão estelar. Um novo instrumento no telescópio conhecido como SINFONI permite
aprofundar o conhecimento sobre fenômenos como supernovas. Veja mais...
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O novo sensor de imagem da Cypress, o VITA 25K CMOS, oferece uma
resolução de 5120 x 5120 com elevada sensibilidade. Integra um
amplificador de ganho programável comum a todos os canais.
Cada um
destes canais opera a uma velocidade de 620 Mbps, correspondendo a uma
velocidade de captura de 53 imagens por segundo. Pode ser programado
para velocidades de captura superiores, utilizando sub-amostragem ou
sobreposição de janelas. A programação dos diversos parâmetros é
efetuada através de uma interface SPI simples. Os tempos de exposição e
restantes temporizações são gerados internamente. O
VITA 25k contém 32 saídas LVDS (saídas diferenciais de baixa tensão e
elevada velocidade) que permitem a transferência de imagens de acordo
com o protocolo TIA/EIA-644 A. Principais características: • 5120 x 5120 pixeis activos • formato óptico de 35 mm • saída a cores ou monocromática • 53 imagens por Segundo à resolução máxima • ADCs de 10 bits integrados • 32 saídas LVDS •interface SPI • tensões de alimentação de 3.3 V,1.8 V, e 4.5 V
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Galaxy S chega ao mercado em setembro.
(Foto: Divulgação)A Samsung anunciou nesta terça-feira (3) o lançamento no Brasil de seu
novo smartphone Galaxy S, que estará disponível a partir de setembro em
todas as operadoras com o preço sugerido de R$ 2.400. Com sistema
operacional Android 2.1 Éclair, o foco do aparelho é fazer com que o
usuário esteja sempre conectado à internet e nas redes sociais e possa
transferir arquivos entre computadores facilmente.
O Galaxy S possui uma tela sensível ao toque de 4 polegadas com
tecnolodia de LEDs orgânicos, resolução de 800x480 pixels e suporte para
vídeos em alta definição de diversos formatos.
O aparelho ainda permite que o usuário assista à programação da TV
digital e possa enviar fotos e vídeos, por exemplo, para outros
computadores e televisores por meio da conexão sem fio DLNA, que permite
acessar arquivos pelo roteador wi-fi. Há ainda câmera de 5 megapixels e
teclado SWYPE, no qual o usuário arrasta os dedos nas teclas virtuais
para digitar textos mais rapidamente.
Para fazer com que os usuários estejam sempre atualizados nas redes
sociais, o Galaxy S usa uma interface batizada de o Social Hub, que
integra os principais serviços, contatos, compromissos, e-mails e SMS em
um só aplicativo. O aparelho tem memória interna de 8 GB (expansível
até 32 GB).
A empresa afirma que, mesmo com bastante uso, a bateria do aparelho tem
longa duração. "A bateria não perde quantidade significativa de carga
mesmo ao assitir um filme de duas horas de duração”, afirma Hamilton
Yoshida, diretor de marketing da Samsung no Brasil. Fonte: e-mail
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Kodak Playsport (Foto: Divulgação)
A Kodak aproveitou a abertura da Photoimage Brasil nesta terça-feira
(3), em São Paulo, para anunciar o lançamento no país da câmera portátil
Playsport, à prova d'água e capaz de gravar vídeos em full HD - ou
seja, com resolução de 1920x1080 pontos em 30 quadros por segundo. O
modelo oferece ainda sistema de compartilhamento fácil dos vídeos em
sites como o YouTube e Vimeo.
No modo câmera, a Playsport tira fotos de 5 MP, que podem ser enviadas
facilmente para o Facebook e para o Twitter. Um dos pontos altos
informados pelo fabricante foi a duração das gravações, com até 10 horas
de vídeo em HD e a capacidade de memória de até 32GB no cartão SD. O
preço sugerido é de R$ 500, e o aparelho chega ao mercado no final de
setembro.
Outro destaque da Kodak na feira de fotografia em São Paulo é o modelo
Z981, voltado para o usuário amador avançado. Ela tem resolução de 14
MP, zoom óptico de 26x, sensibilidade ISO 6400 - que facilita tirar
fotos em ambientes com pouca luz -, tela LCD de 3 polegadas e
possibilidade de regulagem manual da câmera.
A lente é equivalente a um zoom 26-676 mm em uma câmera de filme
tradicional, o que significa que a máquina é capaz de tirar fotos
panorâmicas, em grande angular, e também capturar detalhes. A abertura é
equivalente a f/2.8. A Z981 também possui os recuros de compartilhar as
fotos no Facebook, Flicker, Youtube ou e-mail. Seu preço sugerido é de
R$ 1.299,00.
Para o público que busca câmeras portáteis mais simples, a Kodak
introduziu a série M, que permite o compartilhamento das fotos para
redes sociais e e-mail com apenas um toque. Seus modelos vão desde o
simples M530 com 12MP, zoom óptico de 3x e visor de 2,7 polegadas até o
M580 que já conta com saída HDMI, zoom óptico de 8x e LCD de 3
polegadas.
Outra novidade são os modelos SLICE, com foco no armazenamento de
imagens como se fosse um álbum digital com capacidade para cerca de
cinco mil fotos. As câmeras dessa série possuem visor LCD de 3.5
polegadas, sensor de 14 MP e zoom óptico de 5x, além de tela sensível a
toque, no qual as imagens podem ser passadas com o dedo, arrastando de
um lado a outro. Fonte: G1
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 A Aiptek apresentou nesta terça-feira (3) em São Paulo a filmadora
portátil i3, capaz de filmar e tirar fotos em três dimensões. Com preço
sugerido de R$ 1,8 mil, o pequeno gadget permite visualizar filmes e
fotografias em 3D em seu visor embutido, sem a necessidade de utilizar
óculos especiais. Segundo a companhia de Taiwan, o lançamento será
simultâneo no Brasil, Europa e Estados Unidos, com previsão de chegada
da câmera para o consumidor final no início de setembro. O usuário só precisa de lentes específicas para ver os vídeos em
monitores de computador, ou na TV. Um recurso interessante é que, nos
caso dos monitores, mesmo que não tenham suporte a 3D, é possível exibir
nessa tecnologia graças a um programa - já incluso no pacote - que faz a
conversão. Os candidatos a James Cameron não vão precisar memorizar diversos
comandos para utilizar a câmera. Ela possui apenas quatro botões, e tem
operação bastante simples. Além da badalada terceira dimensão, ela conta com gravação em HD (720p,
ou seja, 720 linhas de resolução em 30 quadros por segundo), câmera
fotográfica de 5MP, suporte a cartões micro SD/SDHC de até 32GB,
microfone e alto-falantes internos, saída HDMI e bateria com duração de 2
horas. A carga é feita por cabo USB que, aliás, acompanha o produto (assim
como os óculos) e fica preso ao mesmo para evitar perdas e
esquecimentos. Ótimo para os "esquecidinhos". Já o compartilhamento dos
vídeos pode ser feito diretamente da câmera para o Youtube 3D ou
Facebook.  Já no mercado de filmadoras digitais HD e Full HD, a Aiptek apresenta,
ainda, os modelos Full HD AHD H5 Extreme+, que grava, como o próprio
nome sugere, em Full HD (1080p) e ainda possui com zoom óptico de 5x,
12MP, 4GB de memória (com suporte até 32GB ). O preço sugerido é de R$ 1
mil. A HD AHD T8, modelo mais econômico (R$ 500), filma em 720p e fotografa
em 8 MP. Ela é capaz de filmar em até 60 quadros por segundo, o que dá
mais qualidade a imagens com movimentos rápidos. A filmadora vem com
cartão de 2 GB (suporta até 32 GB) conexão HDMI e cabo USB embutido.
ProjetorTambém em setembro chegará ao Brasil o projetor portátil Pocket Cinema
V10, com tamanho próximo a um smartphone. Ele será vendido por R$ 1 mil. O V10 é versátil o suficiente para ser acoplado a notebooks, PCs, TVs,
DVDs, celulares, vídeo games, e, assim, projetar em superfícies planas,
imagens de até 50 polegadas. Também aceita cartão de memória para
reproduzir apresentações com resolução é VGA. Ele ainda possui controle
remoto e alto-falante com som estéreo e a durabilidade da lâmpada de LED
é de 10 mil horas, ou cerca de 420 dias ininterruptos de uso.
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Desculpe, sem imagem disponível.
A Índia anunciou nesta quinta-feira (22/7) um computador de 35
dólares (cerca de 62,50 reais) projetado para uso por estudantes
universitários, de acordo com o ministro de Desenvolvimento de Recursos
Humanos daquele país.
O preço do aparelho deverá cair gradualmente para 20 dólares
(aproximadamente 36 reais) e mais tarde para 10 dólares (18 reais),
afirmou o governo, em comunicado. Mas não foi dito quando o aparelho
estaria disponível, nem suas especificações.
Uma Missão Nacional de Educação pelo uso de tecnologias de informação
e comunicação, anunciada em fevereiro do ano passado, estabeleceu que o
governo deveria desenvolver e testar aparelhos de computação e acesso à
informação para uso na educação.
O plano do governo caiu no ridículo ao ser interpretado como uma
tentativa de entregar um laptop de 10 dólares. Contudo, porta-vozes do
Departamento de Ensino Superior esclareceram que não se tratava de um
laptop.
O Ministério de Desenvolvimento de Recursos Humanos afirmou na
quinta-feira que o aparelho tem sido desenvolvido em colaboração com
instituições educacionais da Índia, como o Instituto Indiano de Ciência,
de Bangalore, e os Institutos Indianos de Tecnologia.
O novo aparelho usa tecnologia de código aberto para cortar custos,
de acordo com uma pessoa próxima ao projeto (e que pediu anonimato). O
uso de tecnologia apropriada em um produto despojado, com alta
integração e produção em massa deverá empurrar para baixo o custo do
aparelho, acrescentou.
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